Resenha: Maze Runner – Correr ou Morrer

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Quando estava no Ensino Médio (ano passado), tinha um grupinho onde todos eram bookaholics e quando chegava o intervalo sentávamos numa mesa para lanchar e falar sobre livros. Nisso, eu sempre conhecia títulos novos e podia discutir sobre os livros que lia (ter com quem falar sobre livros <3). Foi assim que ouvi falar sobre a saga de Maze Runner, mas, como na época estava ficando louca com os estudos para os vestibulares, nem dei bola. Esse ano, quando vi o trailer no cinema foi como se tivesse dado um clique na minha mente porque nem lembrava mais dessa história. Obviamente, procurei ler o livro e boom, li tudo em dois dias.

A história começa com um garoto preso numa caixa de metal sem se lembrar quem era ou como foi parar lá. Aos poucos, ele consegue lembrar o próprio nome: Thomas. Quando a caixa se abre, há muitos garotos do lado de fora olhando para ele e falando coisas que ele não entendia muito bem. Logo, Thomas descobre que está num lugar cercado por muros altos chamado de Clareira e que uma vez por mês um novo garoto chegava pela Caixa sem memórias da mesma forma que ele.

Thomas percebe que o lugar é cheio de mistérios e pretende descobrir como sair dali de qualquer forma. Como os Clareanos hesitam em contar para ele sobre os segredos do lugar, Thomas decide encontrar as respostas e (com a ajuda de Chuck, o melhor personagem do livro) descobre que estão no meio de um labirinto, o qual as portas se fecham todas as noites e ninguém além dos Corredores tem a permissão de entrar lá. Os Corredores são garotos que correm pelo labirinto o dia inteiro mapeando o local e tentando achar uma saída, o que acontece a dois anos.

Como disse antes, uma vez por mês um Novato chegava pela caixa, mas Thomas parece ter desencadeado algo pois apenas dois dias após sua chegada, a Caixa trouxe uma garota e com ela uma mensagem: ”Ela é a última”. Os Clareanos então se sentem mais pressionados para descobrir a saída do labirinto, desvendar o mistério e a razão de terem colocado-os ali e principalmente sobreviver aos monstros do labirinto.

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No início da história eu fiquei meio confusa com todo o mistério e principalmente com as gírias que os Clareanos usavam – trolho, mértila, plong e etc – mas com o decorrer da trama fica mais fácil de entender e até compreender um pouco do mistério envolvido. A escrita de Dashner é ótima, bem suave de ler e o enredo criado foi genial (apesar de ter uns personagens meio irritantes). Para quem espera um romance na história vai ficar decepcionado, acredito que exista um romance entre o Thomas e a Teresa mas como eles não lembram de nada não tem como dizer ainda. Talvez as coisas evoluam nos próximos volumes, conto para vocês quando ler porque sim, vale a penar continuar lendo a história.

O final da história é trágico e bem elaborado. Algumas perguntas foram respondidas mas claro, mil outros mistérios surgiram. Ai que dó. Fiquei mais curiosa ainda para ler a continuação. Aproveitando a deixa, a adaptação cinematográfica continua em cartaz nos cinemas brasileiros contando com um elenco ótimo (Kaya Scodelario e Dylan O’Brien gente!) e uma adaptação muito boa.

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