Fotografia: Carrie, a estranha

Gosto muito de fotografia, apesar de não entender muito sobre o assunto. Estou tentando aprender com tutorias na internet, minhas aulas de fotojornalismo e curiosidade pra ficar mexendo na câmera e testando as funções, mas ainda falta muita estrada pra chegar em algum lugar. Minha primeira tentativa foi para um trabalho da faculdade onde precisávamos fazer fotorretratos. A inspiração foi o livro Carrie, do Stephen King. Com um fundo preto de tecido bem amador, um rebatedor feito de papel alumínio e a produção, ajuda, modelagem e faz-tudo do Jhonathas Albuquerque e da Lana Isabella, o resultado foi o seguinte:
DSC_0393editadaDSC_0422editadaDSC_0428editadaDSC_0435editada2 DSC_0469editada DSC_0477editadaFotos: Kamila Cavalcante / Modelo: Lana Isabella / Produção: Jhonathas Alburquerque

Ainda tem sorteio rolando no blog. Saiba como participar aqui.

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Ciclos viciosos

Fonte: Weheartit

Acordar às cinco e trinta da manhã e nem perceber o nascer do sol na janela. Levantar apressada para as seis e vinte da manhã estar tirando o carro da garagem. Pegar engarrafamento e mais engarrafamento. Bater o ponto às sete e quarenta e cinco rezando para que o dia termine logo. Dezoito horas e estou correndo para tentar em vão chegar no início da aula. Mais engarrafamento. Quarenta minutos depois chego na faculdadade arrastando os pés até a sala de aula no terceiro andar. Antes tomo um copo de café com leite para enganar o estômago e tentar ouvir o que o professor tem a dizer. Não escuto metade do que ele diz. Vinte e três horas me deito na cama desejando que a noite dure mais. Mas não dura.
Essa é a rotina de quem trabalha e estuda. É cansativo. É desesperador. É angustiante. Não consigo pensar em adjetivos que descrevam essa batalha de forma positiva. Mas é necessária. Essa é a minha rotina. Depois de um tempo tudo vira motivo de estresse. O trânsito. Um cliente chato. Um trabalho da faculdade. Um texto que eu não consegui terminar. Os primeiros sinais de estresse e ansiedade já estão aparecendo: quase dez quilos a mais e espinhas que antes eram raras. Chegar e sair de casa emburrada todos os dias. Não ter tempo pra si mesma. Não conseguir passar um tempo com a família e o namorado. Ver meus amigos então? Só os da faculdade e olhe lá. Não sei mais o que é fazer exercícios físicos. Muito menos assistir um filme no Netflix, nem sei porque ainda assino. Ai, ai. Penso em desistir todos os dias.
Mas eu tenho sonhos para realizar. E sonhos custam caro. E para quem não nasceu em berço de ouro não tem jeito, é aguentar o tranco e parar de reclamar. Quem sabe depois que essa fase acabar, eu suspire aliviada e diga que valeu a pena. Que eu evolui, amadureci e me tornei a pessoa que eu queria ser desde o começo. Espero que dê certo. Mas enquanto esse glorioso momento não chega, que Deus me dê forças porque eu estou precisando.

O amor existe?

Uma reflexão não romântica para o dia dos namorados.

Fonte: We heart it

Hoje eu percebi como o amor é relativo. Conversando com um colega de trabalho, ele me disse a seguinte frase: ”Eu amo a minha namorada. Ela é perfeita para mim e eu fico meio assim de trair ela… Mas tem que variar né.” Ué, mas eu achava que amar alguém de um jeito romântico era só ter olhos para uma pessoa. Era se apaixonar todos os dias pela mesma pessoa. Sorrir que nem bobo. Beijar em câmera lenta com o pôr do sol como plano de fundo. Será que isso é apenas coisa de filme?

Não obstante, ele lança mais uma: ”Não tem como evitar, todo homem faz isso”. Fiquei logo paranóica. Será que todo homem fazia mesmo isso? Enganava, mentia, traia e transformava o amor em um sentimento repleto de ilusão? Então não havia saída, se me apaixonasse só teria duas opções: ser enganada ou ficar magoada quando descobrisse tudo? O amor não parece ser tão bom assim quando se vê desse ângulo.
De que adianta amar de mentira? Amar pela metade? Amar e continuar procurando em outros o que você já encontrou? Isso não é amor, é um sentimento distorcido da ideia que se tem de amor. Ou é apenas carência. Querer estar com várias mas ter um ”amor fixo” para os momentos de solidão. Não dá pra acreditar.
O amor existe. Basta acreditar. Basta procurar. Amar não é mentir, enganar, trair. Não é só sexo. É falar a verdade por mais dura que seja. Cometer erros que possam ser concertados. É estar ao lado nos momentos bons e ruins. É sorrir depois de um beijo, mesmo que não seja em câmera lenta. Mesmo que não tenha pôr do sol. Mesmo que o diretor não grite ”Corta” para refazer a cena. Não é algo dos filmes. É algo real. Pode estar distorcido, falsificado e meio errado para algumas pessoas mas ele está lá. Em algum lugar.
                                                                                                                                                     O amor existe.

Resenha: Extraordinário + Sorteio

R. J. Palacio, Rio de Janeiro, Editora Intrínseca – 2013 – 320 páginas.
editada

Sinopse: August – Auggie – Pullman nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mas ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é uma menino igual a todos os outros.

August Pullman é um menino que se acha tão comum quanto as outras crianças, mesmo sua família dizendo sempre que ele é extraordinário. Por ter nascido com uma doença genética, Auggie passou por diversas cirurgias, por isso seus pais nunca o colocaram na escola. Mas como Auggie está crescendo, seus pais decidem colocá-lo finalmente numa escola particular em Nova York, o que deixa o garoto relutante.
Auggie convive desde que se entende por gente com a reação das pessoas ao verem seu rosto. Estranheza, repulsa, medo são alguns dos sentimentos que ele consegue ver claramente nas pessoas. Como seria então começar uma escola com centenas de desconhecidos olhando para ele?

A única razão de eu não ser comum é que ninguém além de mim me enxerga dessa forma.

A história é incrível. Dividida em oito partes, com o ponto de vista do Auggie, da sua irmã Olivia, do Jack, da Miranda e etc, podemos ver como um menino pode influenciar a vida de todos a sua volta. É notável ao longo do livro como Auggie vai crescendo, aprendendo e lidando com as coisas da sua própria maneira. 

O livro tem uma escrita simples e uma história que flui facilmente. Fala de certa forma sobre bullying e da dificuldade que as pessoas tem de conviverem com pessoas especiais. É uma história sobre superação, amor e desafios que todo ser humano deve ler.

Quer ganhar um exemplar desse livro realmente Extraordinário?editada1

Regras:

1. Seguir o blog, o twitter @blogaliceerrada e/ou o instagram @blogaliceerrada.

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3. O sorteio será feito em vídeo e postado no instagram no dia 19 de Julho de 2015.

4. Só é válido para participantes dentro do território nacional.

5. Se o ganhador não aparecer em até uma semana (26 de Julho de 2015) será feito um novo sorteio.

Isso é tudo, espero que todos participem e boa sorte 😀

Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil.